A final da Supercopa Rei entre Flamengo e Corinthians, disputada no Mané Garrincha, em Brasília, entrou para a história – e não exatamente pelos motivos que a Nação esperava. Dois momentos polêmicos marcaram o jogo: a expulsão do nosso meio-campo Jorge Carrascal e um apagão técnico na cabine do VAR. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já soltou a nota oficial explicando o que rolou nessa confusão toda, mas nós aqui do Canal Mengão vamos destrinchar isso com aquele jeitinho que só a torcida mais apaixonada do Brasil sabe.
O que aconteceu com Carrascal? Entenda a expulsão
Logo nos acréscimos do primeiro tempo, aos 45+6 minutos, Carrascal deu aquela cotovelada que não passou batida em Breno Bidon, do Corinthians. Só que o lance não foi revisado na hora, acredita? O árbitro Rafael Klein só recebeu o aviso do árbitro de vídeo no intervalo e mostrou o cartão vermelho direto para o nosso camisa 10 quando os times voltaram para o segundo tempo. Um lance até incomum no nosso futebol, e, claro, o estranhamento da galera foi enorme – até o Filipe Luís ficou de boca aberta, dizendo nunca ter visto uma parada dessas.
A CBF explicou que só conseguiu analisar o lance porque as imagens chegaram para o VAR no meio do intervalo, e o protocolo do VAR permite essa revisão desde que a bola ainda não tenha sido colocada de novo em jogo. Apesar disso ser permitido, não deixa de ser estranho para nós, rubro-negros, ver nosso jogador sair de campo de um jeito tão esquisito. O comentarista PC Oliveira, mesmo concordando com a expulsão, mandou aquela crítica na mosca ao procedimento — afinal, o timing deixa a gente com aquela pulga atrás da orelha.
Apagão no VAR: o que foi e como a CBF agiu
Se a expulsão já tinha causado dúvidas, aí veio o apagão no VAR pra deixar todo mundo com o coração na mão. Durante o segundo tempo, o sistema de vídeo parou de funcionar por culpa de um problema na energia da cabine do árbitro de vídeo. Resultado? O árbitro de campo ficou na mão, sem ajuda nenhuma do VAR numa partida decisiva dessas. A CBF confirmou o problema e afirmou que as equipes técnicas agiram rápido para resolver, mas não deu muitos detalhes sobre quanto tempo durou essa pane.
Esse lance do apagão é preocupante demais pra quem vive o futebol brasileiro, ainda mais numa final de peso entre Flamengo e Corinthians. A confiança na arbitragem eletrônica, que já anda meio abalada, sofreu um baque considerável. A infraestrutura e os protocolos precisam subir de nível pra evitar outra confusão dessas.
Jogador, Clube e o Peso da Camisa
Jorge Carrascal não é qualquer um, é o nosso meio-campo com técnica e raça que representa o Flamengo em campo com a responsabilidade enorme que essa camisa vermelha e preta exige. Fundado em 1895, o Clube de Regatas do Flamengo é o maior do Brasil — a camisa pesa demais e a torcida, nem se fala. A gente não suporta ver nosso time sofrer injustiças ou confusões desse tipo, ainda mais em uma decisão nacional. O Corinthians, adversário tradicional e sempre rival de respeito, entrou com fogo no jogo, mas a confusão na arbitragem não deveria ser protagonista.
E agora, como fica o clima na Nação?
Esse jogo só mostrou que a CBF tem trabalho pela frente para dar mais transparência e confiança à arbitragem, especialmente no uso do VAR. A expulsão tardia de Carrascal e o apagão do vídeo reacenderam um debate antigo sobre erros técnicos e a importância de protocolos mais rígidos. Para a Nação, o importante é que o Flamengo não perca o foco de sua imensa força em campo e na torcida, porque a camisa pesa e o Mengão segue firme nessa temporada.
Afinal, a gente sabe: no Maraca e em qualquer lugar que o Flamengo jogue, é pra vencer com raça, técnica e, é claro, aquele jeitinho malandro que só quem é da Gávea entende.

