Já no primeiro jogo nacional que pegou todo mundo de surpresa em 2026, o Corinthians mostrou mais fogo em campo, aproveitou a expulsão de Carrascal e terminou vencendo o Flamengo por 2 a 0 na final da Supercopa Rei, disputada no Mané Garrincha, em Brasília. Aquele tipo de partida que faz a gente ficar de cara, porque a equipe do Timão jogou com uma intensidade tática muito forte e soube controlar a situação no momento em que a Nação precisava ver aquele Mengão dominando a partida. Mas, infelizmente, não foi o dia do nosso Mengão brilhar no primeiro troféu da temporada.
Corinthians mais intenso e aproveitando a vantagem numérica
O duelo colocava frente a frente o campeão da Copa do Brasil de 2025, o Corinthians, contra o Flamengo, campeão do Brasileirão do mesmo ano. A Supercopa Rei, que voltou com tudo desde 2020 após décadas parada, pegava fogo logo de cara, preços bons e estádio cheio. O Corinthians entrou ligado desde o começo, e quem abriu o placar foi Gabriel Paulista ainda no primeiro tempo. O zagueiro, que já mostrou serviço em momentos decisivos para o alvinegro, recebeu bem a bola, bateu firme e colocou o Timão na frente. O Mengão, apesar de chegar, não conseguiu converter as chances em gol e sentiu o peso do jogo.
A situação piorou no segundo tempo com a expulsão do Carrascal, cartão vermelho na conta do Flamengo, que desorganizou totalmente a nossa estrutura em campo. A partir daí, o Corinthians só administrou e ainda teve fôlego para ampliar no último lance com um golaço do Yuri Alberto, garantindo o 2 a 0 final.
Flamengo sofreu, mas não pode apagar tudo
Fazer uma resenha de bar agora é que a gente entende: o Mengão jogou mal? Jogou, claro. Mas não foi por falta de vontade, e sim pela intensidade e organização do adversário. Filipe Luís, ainda sem saber o que é perder duas vezes seguida na temporada, viu a equipe perder três de uma vez – uma sequência que mexe com quem veste vermelho e preto. A estreia do Paquetá também ficou marcada pela chance perdida, aquela oportunidade clara que a gente sabe que ele poderia ter carregado no pé e feito o nosso gol.
É duro ver o Flamengo amargando o quarto vice-campeonato na história da Supercopa, e ainda não conseguir a tão sonhada façanha do tetracampeonato. Mas, vamos combinar, isso só mostra que o Mengão está nessa caminhada de novas conquistas e aprendizados — e é só o início da temporada, ainda tem muito mais por vir.
O peso da camisa e a reação da Nação
Quem é flamenguista sabe que perder dói, mas também serve para aprender e preparar o time para próximas batalhas. A Supercopa ganhou um gás diferente nas últimas edições, mas só quem veste o manto sabe o quanto a confiança e a força da Nação são fundamentais para virar o jogo. Com o Brasileirão logo aí, o Flamengo precisa arrumar as peças, especialmente para não deixar vacilar durante essa temporada que promete ser de glórias.
Vale destacar que o Corinthians gravou seu segundo título da Supercopa, justamente contra o Flamengo, repetindo a final de 1991 – só que dessa vez o placar foi um pouco mais duro para a gente, 2 a 0. O que não vai diminuir a garra e o amor dessa torcida que não abandona nunca. O que falta é recuperar o brilho esperado e reverter esse cenário nos próximos jogos!
Conclusão
O que ficou do jogo no Mané Garrincha foi aquele aprendizado na raça, na entrega e na persistência. Corinthians levou a melhor porque soube ser mais intenso e aproveitou os momentos decisivos, começando pela expulsão do Carrascal, passando pelo gol do Gabriel Paulista e fechando com a estrela do Yuri Alberto. Já o Flamengo sentiu o baque, mas vai levantar a cabeça e seguir em frente por uma temporada de redenção e, claro, muita raça rubro-negra.
Aqui no Canal Mengão, a gente sabe que o bicho vai pegar ainda mais nas próximas rodadas. Segura essa vontade, Nação, que o Mengão é gigante e a hora da revanche vai chegar!

