Quando o Mengão pisa no Barradão, a pressão é real, a partida vira batalha. Pois foi exatamente isso que rolou na terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, em Salvador. O Flamengo encarou o Vitória pela terceira rodada do Brasileirão e saiu com uma vitória apertada, mas suada, de 2 a 1. Primeiro triunfo no campeonato e fora de casa, mostrando que essa camisa pesa e que o Fla não vai facilitar pra ninguém, nem contra time pressionado em casa.
No resumo rápido: Flamengo dominou o primeiro tempo com um futebol eficiente, abrindo vantagem. No segundo tempo, o Vitória veio com tudo, apertou, criou chances e quase virou o jogo. Mas a estrela do Mengão brilhou no final — o goleiro Rossi fez uma defesa sensacional em pênalti cobrado por Renato Kayzer, salvando a pátria rubro-negra e garantindo os três pontos que a Nação tanto precisava. Aquele tipo de defesa que a gente vai lembrar por muito tempo.
Primeiro tempo: Fla na frente com eficiência
O início da partida mostrou um Flamengo afiado, com postura ofensiva desde o primeiro minuto. O meio-campo controlado com autoridade e as laterais bem exploradas deram o tom do jogo. O time conseguiu abrir o placar com qualidade e parecia que ia caminhar para uma vitória tranquila. Essa eficiência na criação e finalização deram o ritmo esperado para o Mengão, confirmando que a preparação para o Brasileirão está no caminho certo. Aquele futebol que a gente gosta, com circulação de bola, pressão na saída adversária e aquela fome de gol que nunca perde.
Segundo tempo: Sufoco e resiliência do Mengão
Mas nem só de samba vive o Flamengo, né? O Vitória acordou no segundo tempo e resolveu jogar como se não houvesse amanhã. A pressão baiana apertou, o Barradão ferveu, e o Mengão teve que mostrar raça para segurar a pressão. A equipe recuou, defendeu com disciplina e principalmente contou com a segurança de Rossi na meta. O pênalti defendido nos minutos finais foi aquele sopro de sorte e competência que fez o placar final virar 2 a 1, garantindo a vitória mais sofrida, mas extremamente necessária.
Rossi: O herói da noite no Barradão
Não tem como passar batido o nome do goleiro Rossi. O cara chegou, assumiu a vaga e já mostrou por que merece a confiança da torcida. Defender pênalti com o jogo pegando fogo, ainda em um estádio difícil como o Barradão, é coisa para gigante. Ele não só salvou o time naquele momento, como ajudou a dar tranquilidade para os companheiros segurar o resultado. Verdadeiro paredão no gol rubro-negro, aquele tipo que faz a torcida gritar no Maracanã e soltar aquele “É campeão!” adiantado.
O que essa vitória representa para o Flamengo?
Essa vitória é mais do que três pontos: é a confirmação de que o Mengão está vivo e brigando de igual para igual no Brasileirão. Começar o campeonato com os primeiros pontos fora de casa, justamente contra um adversário historicamente complicado, dá aquele gás para a sequência. Agora o time pode trabalhar com menos pressão e mais confiança para escalar a tabela. A Nação pode respirar aliviada, porque time com essa camisa merece e vai mostrar muito mais nesta temporada.
Para o Vitória, ficou a lição de casa dura e a necessidade de recalibrar o time para não ficar perto do Z4. Já o Flamengo voltou para o Rio com a moral lá em cima e a torcida vibrando — porque vitória sofrida fora vale ouro!
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