Quando o assunto é Flamengo, a palavra que não pode faltar é ambição! E já começou a temporada 2026 com aquele plano arrojado que só o Mengão sabe fazer: montar um elenco com “22 titulares”, ou seja, duas opções de alta qualidade para cada posição do time. A ideia é exatamente essa: não deixar brechas, evitar aquela dor de cabeça quando o calendário apertar e o desgaste bater forte. A busca por um atacante e um goleiro é prioridade nessa estratégia para deixar o plantel na pressão máxima e garantir que, independentemente de qualquer imprevisto, o Rubro-Negro esteja sempre competitivo e com nível de campeonato.
Quem está comandando essa investida é o presidente Luiz Eduardo Baptista, que tem o apoio total do diretor executivo de futebol, José Boto, e do treinador Filipe Luís. Eles querem um time que não só jogue a final, mas ganhe como todo Mengão merece: com qualidade, intensidade e aquela malandragem carioca que bota medo na concorrência. E, claro, a Nação já vibra só de imaginar como vai ficar essa disputa boa e saudável que só reforça a nossa camisa.
O plano dos “22 Titulares”: dois times dentro de um só
O conceito de “22 titulares” não é exclusivo do Flamengo, mas pouca gente faz com a seriedade que o Mais Querido está fazendo agora. É uma forma inteligente de garantir a profundidade do elenco, para aguentar o tranco dos jogos seguidos no Brasileirão, Libertadores, Copa do Brasil e outras competições.
No Flamengo, algumas posições já estão cotadas como “fechadas” nesse critério. O setor defensivo com a chegada do Vitão está encaixado, e o meio-campo conta com peças sólidas como Pulgar, Jorginho, De La Cruz, Saúl, Arrascaeta e Carrascal. Ainda assim, sobra espaço para ajustes pontuais — e é aí que entram o atacante e o goleiro, que são dois pontos sensíveis e estratégicos para fechar o elenco.
A caça pelo novo camisa 9: Kaio Jorge no radar
Olha só: Pedro segue firme como o principal centroavante do Flamengo, mas o clube não quer depender só dele, não. A ideia é ter outro nome de peso para garantir tudo bem equilibrado. O tal “Plano A” da diretoria para essa vaga é ninguém menos que Kaio Jorge, que encanta geral no Cruzeiro com sua velocidade, técnica refinada e faro de gol afiado. Se a negociação andar, vai ser aquela chapa quente: Pedro de um lado, Kaio Jorge do outro — e o Rubro-Negro com opções pra dar e vender na frente.
Quem conhece futebol sabe que ter um centroavante versátil faz toda diferença quando a temporada pega fogo, e o Flamengo, como ninguém, quer estar preparado para qualquer cenário. Sem falar que esse novo reforço tem tudo para encaixar na intensidade do time e respeitar a camisa que vai vestir.
Goleiro: reforço de peso para a meta rubro-negra
Na outra ponta, o Flamengo quer um goleiro para somar e, quem sabe, até disputar a titularidade de igual para igual com o Agustín Rossi. O nome que tem chamado atenção da diretoria é o jovem Gabriel Brazão, atualmente no Santos. O arqueiro tem potencial para ser um gigante na meta rubro-negra, oferecendo segurança e nível técnico elevado para os jogos mais decisivos.
Além dele, o Mengão ainda aposta nos talentos da base, como o Léo Nannetti, que já vem treinando com o pessoal principal e dá sinais claros de que será o futuro da posição. Essa estratégia de investir em jovens promissores junto com profissionais experientes é prova da visão de longo prazo do clube.
Montando o quebra-cabeça para 2026: visão além de atacante e goleiro
Se você acha que a bagunça vai ficar só nessas duas posições, pode se preparar: a diretoria está ligada em tudo. O setor defensivo já está reforçado, as laterais estão bem servidas — não é prioridade fechar com alguém ali agora — e o meio-campo robusto merece apenas um toque para oferecer ainda mais versatilidade, principalmente em quem possa atuar como volante ou meia.
Tem ainda o interesse em um ponta esquerda, para dobrar o risco no ataque e ampliar as jogadas pelas bordas. Ou seja, o Flamengo quer montar um elenco rico em talento e quantidade, para voar baixo e dominar tudo que vier em 2026.
A palavra final da Nação
Quem manda é a Nação Rubro-Negra, e ela sabe que esse planejamento é o caminho para continuar a tradição vencedora do clube. Montar um time com 22 titulares é ousado, é malandro, é Flamengo no coração — e vai deixar claro que a concorrência no Brasil e na América vai ter que suar para derrotar o Mengão.
Fica a torcida para que Kaio Jorge e Gabriel Brazão possam vestir o manto com a determinação que a camisa exige e que ofereçam aquela qualidade que faz o Maracanã explodir de alegria. Se depender da diretoria, de Felipe Luís e do presidente, o time do Flamengo está pronto para, mais uma vez, rasgar o calendário e levar o nome do nosso Mengão para o topo.
Vai, Flamengo!

